Em apenas um ano e com R$ 2,5 bilhões em arrecadação, Aurélio Goiano e sua queimada equipe técnica protagonizaram gestão de mentiras, contendas, imoralidades, cambalachos e bagunça no Poder Executivo. Ele governou escorado em decreto de emergência fabricado para amparar contratações diretas, pagar centenas de milhões de reais em dispensas de licitação e sustentar contratos escusos com forasteiros. O que esperar de uma administração sem rumo?
Um ano de Aurélio Goiano, vulgo “Doido”, como prefeito de Parauapebas, e a população local parece ter se cansado rápido dele e de sua doidivanas equipe técnica, na qual, aliás, o gestor fez trocas recentemente, no velho formato “seis por meia dúzia”.
Nem que Aurélio trocasse todo o staff de secretários e equivalentes, bem como adjuntos, e importasse uma equipe de Havard, nem mesmo assim seu governo se salvaria, segundo a última e mais recente pesquisa Doxa, que colocou Aurélio Goiano como o pior prefeito do Pará. Fontes do portal Notícias de Parauapebas junto ao alto escalão ironizam que “só Deus para salvar esse Titanic à deriva”.
Neste início de 2026, ano em que a população espera por medidas enérgicas dos órgãos de fiscalização e do Judiciário quanto às travessuras administrativas do governo do “Doido”, a gestão começa repetindo erros amadores e evitáveis de seu passado recente, sobretudo quanto à bagunça na gestão de pessoal e no início do ano letivo, com escolas esvaziadas e servidores trabalhando sem contrato. Mais do mesmo.
Incertezas e tensão
É incerto o destino de, pelo menos, 4 mil servidores temporários, pais e mães de família que aguardam orientação do prefeito e sua precária equipe técnica acerca da assinatura de contratos com o Poder Executivo municipal.
Para piorar, no apagar das luzes de 2025, Aurélio Goiano tirou a sua antipatizada chefe de Gabinete, Joelma Leite, e a pendurou no comando da Secretaria Municipal de Administração (Semad) para, pasme, “cuidar de pessoas” — mais de 11 mil servidores da Administração Direta. Agora, dizem, a burocracia deve aumentar, inclusive asseverar o afastamento entre prefeito e servidores, dado o perfil impopular da atual titular da Semad, que é apelidada na oposição como “pula-pula” (por pular e se entrosar sem parcimônia em qualquer nova gestão de Parauapebas) e “perseguidora” (por ter supostamente iniciado uma “caçada aos caititus”).
Enquanto isso, a insatisfação aumenta com a gestão, que tenta emplacar propaganda de um ou outro feito, mas não convence a população, principalmente após o recente episódio do trambique no sorteio do tal “IPTU Premiado”, em dezembro, quando ganhadores dos principais prêmios foram pessoas atoladas até o pescoço no lamaçal da gestão de Aurélio Goiano. Além do descrédito a que submeteu o governo do “Doido”, o caso virou alvo de investigação.
Quebrou prefeitura
Em apenas um ano de governo e com R$ 2,5 bilhões em receita líquida arrecadada, Aurélio Goiano protagonizou uma gestão de mentiras, fake news, trapaças, cambalachos e bagunça em todos os órgãos e pastas do Poder Executivo municipal. Governou escorado em um leviano decreto de emergência, fabricado para amparar contratações diretas e pagamentos de centenas de dispensa de licitação, além de contratos escusos com forasteiros.
Por derradeiro, Aurélio Goiano e sua “esplêndida” equipe técnica deixaram um rastro de calote e rombo nas contas de praticamente todas as pastas, com notas liquidadas, mas sem recursos em caixa para quitá-las. E se é certo que nada há de tão ruim que não possa piorar, é possível supor que o prefeito e sua trupe, caso não sejam afastados antes, poderão levar Parauapebas à hecatombe financeira e a um caos administrativo e moral ainda maior. A conferir.





