Parauapebas

Aurélio e equipe técnica enterraram dinheiro de Parauapebas a ‘100 metros de fundura’

Prefeito, subordinados e os puxa-saco estão desesperados, fazendo propaganda para iludir a população de que gestão anterior foi responsável pelo caos em 2025, quando saúde, educação e infraestrutura, além de contratação de pessoal, acabaram precarizados. Aurélio e a trupe não deram conta sequer de fazer um seletivo simplificado sem trambiques, imagine trabalhar para melhorar município. Mentiu demais, virou piada, caiu em descrédito, e população paga o pato.

“No meu governo, essa tal Segov vai ser enterrada a cem metros de fundura!” E era assim, aos berros e gritos, que Aurélio Goiano prometia mundos e fundos à população de Parauapebas no intento de conseguir se eleger prefeito. E, sob uma chuva de mentiras, conseguiu.

Mas o que Aurélio fez quando se sentou na terceira cadeira mais bem forrada de dinheiro da Região Norte? Endoideceu e passou a fazer tudo ao contrário do combatia e prometia.

Aurélio não apenas não enterrou a Secretaria Especial de Governo, como também colocou sua irmã, Natália Oliveira, sem qualquer preparo técnico em gestão pública, para conduzir a pasta e orquestrar uma série de contratações que agora estão sendo questionadas na justiça. Eles ajudaram a enterrar os recursos públicos de Parauapebas “a cem metros de fundura”, a ponto de a Capital do Minério ter pedido quase R$ 200 milhões em receita em 2025, no comparativo com o ano anterior.

Em 2025, a Prefeitura de Parauapebas arrecadou R$ 2.659.107.626,95, mas o que realmente importa é a receita líquida, da ordem de R$ 2.483.828.607,11 em dinheiro vivo. A receita líquida é basicamente o que sobra após as deduções constitucionais para prefeitos usarem e abusarem, assim como atualmente faz Aurélio Goiano.

Nos últimos dias, desesperado com o fracasso de sua gestão em 2025 e com sua popularidade em queda livre, Aurélio divulga informações, números e resultados fantasiosos de seu primeiro ano de mandato, na louca tentativa de imputar ao governo antecessor as mazelas que ele, Aurélio, e sua precária equipe técnica vêm deixando. Para azar do autointitulado “Doido”, Parauapebas não acredita e ainda faz piada das mentiras e notícias falsas que seu governo dispara.