Parauapebas

Entre mentiras e contendas, Aurélio Goiano tira protagonismo de Parauapebas

Capital do Minério perdeu 7% de sua arrecadação em 2025, enquanto Marabá e Santarém lideraram no Brasil entre as prefeituras bilionárias, com taxas de crescimento de 16% e 23%, respectivamente. “Doido” gastou energia em barracos com população, em rolos para beneficiar forasteiros e atrás de mixaria de financiadores “parceiros” que estão de olho gordo nos cofres de Parauapebas. Quem sério vai fazer acordo com gestor que só sabe gritar, aloprar e mentir?

Após ter chegado a arrecadar muito mais que 13 capitais estaduais em um passado não muito distante, como as desenvolvidas Florianópolis (SC) e Vitória (ES), hoje Parauapebas se vê parada no tempo, em total depressão financeira, muito embora tenha faturado R$ 2,5 bilhões ano passado. E não dá mais para Aurélio Goiano repetir que a culpa é do governo passado, e blá-blá-blá.

Por inércia e trapalhadas do autoidentificado “Doido” e sua equipe técnica destruidora de recursos públicos, a Capital do Minério hoje assiste à prosperidade de municípios que têm faturado cada vez mais alto. É o caso de Marabá e Santarém, cujas prefeituras estão entre as bilionárias que mais enriqueceram no Brasil em 2025.

Enquanto a arrecadação de Parauapebas caiu 7% com Aurélio Goiano, a receita de Marabá avançou incríveis 16,4% com Toni Cunha, passando de R$ 1.476.254.579,40 em 2024 para R$ 1.717.947.003,41 em 2025, crescimento nominal de R$ 241.692.424,01. Já a de Santarém não encontrou paralelo: saltou 23%, saindo de R$ 1.328.465.629,41 para R$ 1.633.701.997,40, com lucro de R$ 305.236.367,99. Tudo isso em dinheiro vivo.

Até a capital paraense — por muitos anos estagnada financeira e economicamente — reviveu. A arrecadação da metrópole evoluiu de R$ 4.918.551.016,44 para R$ 5.392.888.344,05, com crescimento nominal de R$ 474.337.327,61, ou 9,6% em 2025.

Prefeitos trabalham; Aurélio caça intriga

Todos os municípios paraenses de arrecadação média-alta (entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão em receita líquida) prosperaram no ano passado, com destaque para o crescimento de Altamira (18,6%), Tucuruí (16%), Paragominas (14%), Castanhal (13,6%), Abaetetuba (11,2%), Itaituba (8,9%) e Marituba (8,6%).

Isso é reflexo do trabalho que os gestores locais vêm fazendo para incrementar as receitas, correndo atrás de recursos e fazendo a economia girar internamente, impulsionando receitas próprias, ao contrário do que Aurélio Goiano e sua perdida equipe técnica promovem: exportar milhões a forasteiros via contratos sem licitação. Aurélio tem poucos “amigos” políticos a quem recorrer para pedir recursos, pois quase nenhum — inclusive seus aliados — confia nele.

Enquanto o dinheiro da Capital do Minério diminui e o que resta toma rumo ignorado fora de Parauapebas, a população vai ficando desassistida de serviços sociais básicos. A mais recente patifaria do “Doido” foi retirar transporte escolar de milhares de criancinhas e mãezinhas que dependiam desse importante serviço, o que causou revolta generalizada e manifestações que inundaram as redes sociais em crítica ao governo e, principalmente, à secretária de Educação Maura Paulino, considerada a pior gestora que já passou pela combalida Semed.

Na desastrosa equipe educacional do prefeito, quem “babar” mais e melhor ganha cargos e funções em escolas, inclusive de educação infantil, para perseguir quem não compactua das asneiras e para usar o expediente com fins de entretenimento, gravando vídeos de cunho sexual e que atentam contra a dignidade de crianças e adolescentes.

Em meio às calamidades e mazelas, Aurélio e sua trupe tentam combater o desgaste com muitas notas de esclarecimento e vídeos de realismo fantástico que só existe em alguns segundos de propaganda e na cabeça oca de quem os mandou criar. Parauapebas avança, mas para o fundo do poço.