Em vez de caçar serviço (tapar buracos, cuidar da saúde, melhorar a qualidade do ensino e mostrar onde está a ponte fantasma), governo do ‘Doido’ estabelece “expediente das curtidas” para obrigar pais e mães trabalhadores contratados e comissionados a curtirem e comentarem mazelas de uma gestão que entregou mais de R$ 600 milhões a empresários forasteiros em 2025. Não adianta: comentários do povão nas publicações de Aurélio e do governo falam por si
Bateu o desespero no clã de Aurélio Goiano: servidor temporário e comissionado que não curtir e comentar as pérolas, as batatadas, as presepadas e as patifarias protagonizadas pelo gestor e sua frustrada equipe técnica nas redes sociais vai ganhar o olho da rua. A medida sinistra e perversa tem potencial de alcançar cerca de 7 mil servidores e estaria contando com “gabinete paralelo” para rastrear as redes sociais dos trabalhadores da administração municipal.
O portal Notícias de Parauapebas recebeu várias denúncias de que gestores estão organizando reuniões a portadas fechadas com servidores a fim de coagi-los. Nessas reuniões nada secretas, celular não entra.
A ordem é clara: curtir, comentar, compartilhar e até impulsionar as “façanhas” de Aurélio Goiano, considerado o pior prefeito do Pará e que acumulava, em dezembro, rejeição de 73%, de acordo com pesquisa do instituto Doxa.
A partir de agora, a população de Parauapebas que não se assuste se perceber as bobajadas do prefeito com alto grau de “engajamento”. O autoproclamado “Doido” e sua fora da lei equipe técnica estão possessos porque a população acordou para os cambalachos e golpes que eles passaram 2025 tramando contra a Capital do Minério.
Qualquer postagem relacionada aos atos do governo e da gestão do “Doido” imediatamente recebem enxurrada de críticas e comentários de revolta da população. Nem que Aurélio contratasse hoje toda a população da Índia — país mais populoso do mundo com 1,476 bilhão de habitantes — para curtir e comentar seus “feitos”, nem mesmo assim a população de Parauapebas deixaria de detonar o desmonte urbano e o caos social que a atual gestão tem promovido, supervalorizando forasteiros e lançando o município ao lamaçal de improbidades.
Impacto das intimidações
Tomando por base a folha de pagamento de dezembro — já que, em janeiro, muitos que trabalharam ficaram fora da folha por não terem assinado contrato até hoje —, é provável que o governo de Aurélio Goiano e sua malevolente equipe técnica estejam tentando colocar cabresto em quase 7 mil servidores vinculados ao Poder Executivo municipal.
Juntando a Prefeitura de Parauapebas e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saaep), havia 5.866 servidores temporários e 1.124 comissionados não estáveis, sem contar os efetivos em cargo comissionado.
É como se Aurélio tentasse impor o “expediente das curtidas” a um volume de servidores maior que a população inteira de 1.873 municípios brasileiros, um terço do total. Parauapebas tem hoje mais pais e mães e família trabalhando com contrato temporário e em cargo comissionado na prefeitura que, por exemplo, a população de Brejo Grande do Araguaia (6.966), Abel Figueiredo (6.275) e Sapucaia (6.212).
Muitos desses trabalhadores são pessoas humildes, gente de bem, que só querem colocar o pão de cada dia em casa, sem precisar puxar saco, mas que precisam entrar no ritmo das chantagens de uma gestão fadada ao fracasso.
Com mais essa palhaçada, a gestão se desgasta com o funcionalismo, que certamente dará o troco quando as eleições vierem. Isso se a Câmara de Vereadores e os órgãos fiscalizadores permitirem que a gestão do “Doido” sobreviva até o próximo pleito.




