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Aurélio Goiano é detonado nas redes por prestação de contas enfeitada de mentiras

 

Governo arrastou a incompetente equipe técnica, ajuntou um punhado de puxa-saco e intimou assessores a comparecerem ao “teatro”, mas repercussão foi altamente negativa porque povo acordou e não acredita mais no “Doido” e em sua desmoralizada trupe, ainda que apareçam pintados de ouro. Prestação de contas virou blefe e motivo de insatisfação de cidadãos locais

Um público diminuto formado por sua desastrosa equipe técnica e por assessores intimados a irem lhe dar palco presenciou as toneladas de abobrinhas descarregadas pelo prefeito Aurélio Goiano, autoproclamado “Doido”, durante uma teatral “prestação de contas” tramada às pressas para tentar dar visibilidade ao queimado gestor.

Cortes de vídeos com mentiras, informações falsas e falas controversas de Aurélio Goiano logo viralizaram, e a população não poupou nem mesmo as redes sociais do prefeito, onde diariamente servidores comissionados precisam dar expediente com “palminhas” e curtidas nas publicações do “Doido”.

Nas redes sociais dele próprio, de blogs e portais de notícias, além de ser chamado de mentiroso, Aurélio Goiano é tido como alguém que está quebrando o município por exportar dinheiro público para a conta de empresários forasteiros. Foram mais de R$ 650 milhões tirado da boca dos parauapebenses ao longo do ano passado para distribuir a pessoas sem qualquer compromisso com Parauapebas.

O prefeito também está fichado na justiça por usar recursos dos royalties de mineração para pagar folha de servidores, fato que ele — imbuído em “jurisprudência” de sua torpe equipe técnica — nega, por acreditar que auxílios alimentação e transporte não se enquadram como despesa com pessoal, embora sejam lançados claramente como “folha de pagamento”.

Em Minas deu B.O. E em Parauapebas?

Em 2019, o então prefeito de Itabirito (MG) foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) por utilizar recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem) em pagamentos de verbas indenizatórias, como vale-transporte de servidores.

De acordo com aquela corte de contas, apesar de não ser classificada como despesa de pessoal, o vale-transporte não se caracteriza como investimento em desenvolvimento sustentável que se relacione com a eficácia e a concretização dos direitos fundamentais contidos na Constituição da República.

No entendimento do TCE-MG, “é irregular” a utilização dos royalties em despesas correntes, não destinadas a planos que promovam o desenvolvimento sustentável do município, uma vez que contraria a Lei nº 7.990/1989. Por isso, o tribunal condenou o gestor ao ressarcimento do erário e ao pagamento de multa.

Já em 2020, a mesma corte julgou irregulares as contas do prefeito de Itabira (MG) por ter pago com recursos da Cfem o auxílio-alimentação e o auxílio-transporte de servidores públicos municipais. Tanto em Itabirito quanto em Itabira os casos de má utilização da Cfem não foram judicializados como em Parauapebas.

Por aqui, Aurélio Goiano e sua defenestrada equipe técnica, cujo ego e senso de impunidade são elevadíssimos, seguem acreditando que fizeram o certo, usando Cfem para pagar verbas indenizatórias sem amparo legal.

Se a moda pegar, o “Doido” vai acabar inaugurando um precedente perigoso para desvio de finalidade dos royalties, que numa gestão coerente e ética seriam utilizados para promover o desenvolvimento local e tirar o município da eterna dependência da atividade mineradora. Mas o governo de Aurélio Goiano insiste em propagar que o errado é o certo e que até a justiça tem de concordar com as infâmias.