Parauapebas

ESCÂNDALO: Semas de Aurélio Goiano e Neil continua pagando pessoal fora da folha

Prefeito e secretário de Assistência Social sambam na cara de quem quer entrar na Prefeitura de Parauapebas por concurso ou processo seletivo. E mais: pagamentos por contratações clandestinas de pessoal em funções típicas da Administração Municipal revelam recalcitrância dos dois em abandonar práticas eivadas de ilegalidade e recheadas de improbidade e malversação. Governo já havia sido denunciado, ainda assim Neil pagou em janeiro R$ 278 mil via PIX a pessoas físicas sem qualquer vínculo com a Prefeitura. Escárnio vai parar na justiça.

Haja óleo de peroba para eles, que insistem em praticar improbidades e deixar os rastros de forma grosseira. Mesmo diante das denúncias de pagamento por serviços prestados por pessoal fora da folha, o prefeito Aurélio Goiano e o secretário Neil Armstrong foram flagrados novamente na mesma prática, que está sendo investigada por órgãos de fiscalização.

Em janeiro deste ano, o portal Notícias de Parauapebas havia revelado a prática ilegal de pagamentos clandestinos de pessoal, de forma direta, da gestão do inábil Neil Armstrong à frente da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). O caso se tornou um escândalo. Relembre aqui:

https://noticiasdeparauapebas.com.br/2026/01/16/escandalo-secretario-do-doido-contratou-dezenas-de-pessoas-fora-da-folha-da-semas/

Desespero por ilegalidade

Você pensa que, mesmo diante do olhar dos órgãos de fiscalização, Neil abandonou os atos administrativamente irresponsáveis? Nada disso. Ele pagou, em janeiro, cerca de R$ 278 mil para bancar a folha clandestina que orbita a Semas.

Foram 68 pagamentos por serviços prestados por pessoas físicas que desenvolveram atividades típicas da Administração Municipal. Os cachês variaram de R$ 167 por uma sessão de fisioterapia até R$ 8.633 pelo trabalho mensal como fisioterapeuta escalado diretamente e sem qualquer vínculo de trabalho com a Semas.

A matemática da iniquidade administrativa registra que 28 pessoas receberam dos cofres do Fundo Municipal da Assistência Social R$ 3.900. Outras 27 embolsaram R$ 4.500. Quanto mais específicas as atribuições, maior o “salário” do pessoal contratado clandestinamente por Neil Armstrong.

Foram contratadas uma pessoa como fisioterapeuta, outra como técnico em gestão pública, duas na função de auxiliar operacional de almoxarifado, nove como visitador social, dez como entrevistador social, 16 como facilitador de oficina e 27 pessoas na função de auxiliar operacional de manutenção. Um outro cidadão foi contratado, recebeu, mas não há indicação sobre a função ou descrição da atividade desenvolvida.

Um total de 42 pagamentos foram descritos como “despesas de exercícios anteriores”, fazendo supor que Neil Armstrong fez os pagamentos diretos a pessoas físicas por serviços que estas supostamente teriam desenvolvimentos durante 2025.

Esse é mais um absurdo que já já vai virar Ação Popular para o juiz Lauro Fontes Júnior julgar, sabendo-se que tal prática configura improbidade administrativa e malversação de recursos públicos. E não, o precário governo de Aurélio Goiano — com a equipe técnica mais inadequada do mundo — não sente qualquer remorso por perpetrar esquemas e falcatruas.

Pelo contrário, a decadente gestão propaga que tudo o que faz é certo. A meta a ser batida é envergonhar Parauapebas cada vez mais e “enterrar a cem metros de fundura” as finanças e a população local.