Hoje é dia de o trapaceiro governo do autoproclamado “Doido” apresentar na Câmara de Vereadores as metas fiscais alcançadas com o dinheiro do povo de Parauapebas durante os últimos 4 meses do ano passado. Para evitar questionamentos e muitas vaias, o prefeito e o secretário de Fazenda trataram de organizar audiência pública na surdina, às escondidas, a fim de não serem cobrados pela má utilização de recursos públicos, como Cfem no pagamento de folha, ponte fantasma e os mais de R$ 600 milhões enviados a forasteiros que dão banana à população. Vereadores da base aplaudem!
É hoje (26) que a fraquérrima e criticadíssima equipe técnica de Aurélio Goiano na Secretaria Municipal de Fazenda (Sefaz) vai mentir a rodo. A pasta, comandada pelo analfabeto funcional em gestão pública Glauton de Sousa, ficou de apresentar nesta quinta, durante audiência pública, as metas fiscais referentes ao 3º quadrimestre de 2025.
Temendo a participação em massa da população para criticá-los pessoalmente e vaiá-los com muito entusiasmo, Aurélio Goiano e Glauton tramaram — até nisso — o evento na surdina, a fim de que a audiência pública fosse esvaziada e assim o governo municipal, altamente rejeitado, possa contar lorotas e mentiras à vontade a vereadores da base de sustentação do prefeito, alguns dos quais coautores da crise administrativa, institucional e moral de Parauapebas.
Observadores sugeriram ao prefeito, por meio de mensagens enviadas ao portal Notícias de Parauapebas, que ele registre o dia de hoje no Diário Oficial do Município como o “Dia da Mentira”, tendo em vista que a precária equipe técnica da Sefaz vai distorcer a realidade dos gastos efetuados pela prefeitura, mentir chamando-os de investimentos e esquivar-se de explicar os mais de R$ 600 milhões pagos a empresas forasteiras, os mais de R$ 50 milhões pagos em folha com royalties de mineração e o R$ 1,5 milhão pago por uma ponte fantasma. Tudo isso se configura no maior esquema de exportação e malversação de recursos públicos que Parauapebas já viu.
Vale destacar que a apresentação das metas fiscais ocorre a cada quadrimestre, em cumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que exige a demonstração e a avaliação periódica do desempenho das contas públicas. Entretanto, Aurélio Goiano e sua equipe nada técnica desconhecem o que vem a ser cumprimento de lei — inclusive, agem constantemente ao arrepio dela.
Veja 7 pontos que Aurélio Goiano, Glauton e a afundada equipe técnica da Sefaz não vão conseguir explicar, nem a pau, na audiência pública desta quinta-feira:
- Em 2025, a receita líquida foi de R$ 2.483.828.607,11 e superou em 5,21% a projeção orçamentária de R$ 2.360.702.740,00. Por que o chororô para mentir dizendo que não tem dinheiro?
- Em 2025, a despesa bruta com folha (sem contar vale-alimentação e vale-transporte) foi de R$ 1.104.295.473,79 e superou em 29,14% a projeção orçamentária inicial de R$ 855.086.083,00. Por que o prefeito e seu secretariado incharam, sem critério e sem pudor, a folha?
- Em 2025, a despesa total com folha de pagamento do Poder Executivo municipal (Prefeitura de Parauapebas mais Saaep), inclusive o vale-alimentação e o vale-transporte, foi de R$ 1.244.817.676,11 e correspondeu a 50,12% da receita líquida. Por que se priorizou tanto a deterioração da máquina pública e não se realizou concurso ou, ao menos, processo seletivo como prometido em campanha?
- Em 2025, Prefeitura e Saaep utilizaram R$ 53.251.795,61 dos recursos dos royalties de mineração para pagar folha (vale-alimentação e vale-transporte). Por que, mesmo sabendo que o recurso é proibido para esse tipo de uso, o Poder Executivo cometeu essa improbidade e esse crime de responsabilidade?
- Em 2025, do recurso público que “sobrou”, descontada a folha de pagamento, o governo de Aurélio Goiano pagou R$ 626.147.235,13 a empresários forasteiros, o correspondente a 67% dos pagamentos feitos a empresas gerais prestadoras de serviço. Por que o prefeito e sua fracassada equipe técnica privilegiaram tantos rolos, cambalachos e conchavos milionários com empresários de fora sem qualquer compromisso com Parauapebas?
- Em 2025, o governo municipal pagou R$ 1,5 milhão por uma ponte de 35 metros que, na verdade, nunca existiu sobre o Rio Pulgas, na Vicinal Alto Bonito. Por que o governo fez tanta mutreta e tramoia com dinheiro público, mas não consegue vir a público explicar a ponte fantasma?
- Em 2025, a Secretaria Municipal de Educação torrou R$ 671.432.301,09, sendo que absurdos R$ 475.449.575,60 foram gastos com pessoal, no que se configura a mais precária gestão financeira de recursos da pasta. Por que, diferentemente das propagandas mentirosas e enganadoras, a educação piorou, e ainda retiraram o transporte escolar de milhares de crianças?




