Prefeito faz vídeos flagelantes e estaria obrigando servidores comissionados e contratados a curtir, comentar e compartilhar presepadas nas redes sociais. Enquanto isso, gestão preguiçosa tem a rede de ensino mais bagunçada da história, folha de pagamento de pessoal “por fora”, mortes e mutilações na saúde, pagamento milionário por ponte fantasma e obras consideradas sebosas, e secretários “whisky a go go” rindo da cara do povo em meio ao caos — causado por eles — que paira na cidade
Teatro puro. Os atuais 315 mil habitantes de Parauapebas já entenderam que o prefeito Aurélio Goiano e sua irrelevante equipe técnica brincam de encenar e, por isso, passam vergonha nas redes sociais com publicações de vídeos cujos conteúdos são quase sempre propagandas enganosas.
Atualmente, mais de 70% dos 92 mil eleitores que deram vitória ao autodenominado “Doido” no pleito de 2024 dizem estar profundamente arrependidos. Quem duvidar pode fazer o desserviço de passar nas redes sociais de Aurélio Goiano e contabilizar os comentários. O festival de críticas disparadas contra o prefeito só não é maior porque seus puxa-saco fazem moderação dos comentários a fim de evitar cobranças públicas e uma escalada de agressões verbais.
Nunca na história política de Parauapebas um gestor se desgastou tão rápido em tão pouco tempo. A situação é tão curiosa que até cientistas como Albert Einstein, um dos estudiosos da velocidade da luz, teria dificuldade para interpretar o fenômeno da alta rejeição à pessoa de Aurélio Goiano e seus “feitos” entregues até o momento à população.
Mas o “Doido” não está sozinho. Com a repulsa a seu governo e o mar de cambalachos, trambiques, improbidades e malversação já identificados por vereadores de oposição e por cidadãos comuns, seu secretariado também está se enterrando “a cem metros de fundura”, como bem filosofaria o desprestigiado “rei de Parauapebas”.
Maura Paulino: bagunça e incompetência
A advogada Maura Paulino, titular da Secretaria Municipal de Educação (Semed), já é considerada a pior secretária de todos os tempos por profissionais experientes e que não fazem parte da chamada ala da “velharia da educação”, uma espécie de “núcleo” da pasta composto por educadores com práticas ultrapassadas e que, ainda assim, ajudam a desorganizar a rede pública de ensino.
Fora a babação de servidores comissionados e temporários, que estariam sendo coagidos a dar ibope a bobajadas desesperadas e sem qualquer utilidade pública de Aurélio, Maura e do instagram da Semed, todo o resto são críticas, algumas das quais relatando que a advogada seria uma espécie de “marionete” do prefeito Aurélio Goiano e do secretário de Fazenda, Glauton de Sousa, sem qualquer pulso nas tomadas de decisão mais importantes.
A prova disso seria a escalação do pessoal comissionado e temporário na Semed, muitos com ficha suja — como professor acusado de exploração sexual — e a contragosto da secretária. A Semed está fatiada como nunca entre vereadores vorazes e os desejos mais sádicos do “rei”.
E Maura não é a única nessa guilhotina. Na série “os mais incompetentes de todos os tempos”, estão os secretários de Assistência Social (Semas), Neil Armstrong; Saúde (Semsa), Luiz Veloso; Obras (Semob), Roginaldo Rebouças; Administração (Semad), Joelma Leite; e Fazenda (Sefaz), Glauton de Sousa. Com seus “méritos” de gestão, cada um deles só tem apreço por comissionados e contratados, muitos destes com apoios não sinceros, mas apenas porque dependem do emprego.
Neil, Roginaldo e Veloso: fantasmas e morte
Neil Amrstrong e Roginaldo Rebouças, que se dizem advogados como Maura, batem recorde de patifarias já empreendidas em apenas um ano e três meses incompletos de governo. Neil vem pagando uma folha de pessoal paralela e clandestina, do tipo “por fora”, para além das contratações de pessoal temporário. Tudo isso em flagrante improbidade administrativa.
Roginaldo Rebouças bem que gostaria de ser esquecido para sempre após a invenção da “ponte fantasma”, um escândalo revelado pela vereadora Maquivalda e que custou R$ 1,5 milhão aos cofres públicos, rompeu os limites do Pará, mas que ele, o secretário, até hoje não conseguiu explicar. O caso foi parar na justiça.
O sem currículo em gestão pública Luiz Veloso, que deveria responder pelos crimes cometidos às mulheres no Hospital Geral de Parauapebas (HGP) justamente no mês delas, aparece constrangido nos vídeos espalhafatosos de Aurélio Goiano e tenta agora jogar a culpa na OS que administra o estabelecimento de saúde. O teatro dos horrores está custando a vida de cidadãos de bem.
Joelma e Glauton: mentes por trás do caos
A dupla “whisky a go go”, Joelma Leite e Glauton, dispensam comentários: a primeira por, segundo consta, excesso de antipatia e de falta de competência, não deu certo no arruinado gabinete de Aurélio Goiano e foi removida para dificultar — ainda mais — a vida dos servidores à frente da Semad. Ela, que recebe gratificação de 100% sobre o salário-base para nada de relevante fazer, seria uma das mentes por detrás das tentativas de cortes de direitos do funcionalismo.
Glauton é o pagador oficial das tramoias do governo de Aurélio Goiano. Sem qualquer currículo em gestão pública, caiu de paraquedas em cima de um cofre de R$ 2,5 bilhões e está realizando o sonho dos “cem metros de fundura” de Aurélio Goiano, empurrando Parauapebas inteira nesse delírio macabro. O chamado “Glautin”, para os íntimos”, dispensa comentários por sua “competência”.
É por essas e outras que a população tem se revoltado diariamente contra os desmandos, a “obra e graça” e os feitos repugnantes do prefeito e sua trupe. Diante desse teatro de protagonistas estelares — e alguns até no mundo da lua —, o cidadão comum não vê a hora de as cortinas se fecharem e, com a ajuda do Gaeco ou da PF, não restar sequer o último para apagar a luz.





