Cidadão foi cruelmente agredido e ficou ensanguentado após ter se indignado e manifestado contra buraqueira e precariedade da infraestrutura da Nova Carajás. Prefeito, que mente e nem sente, prometeu tapar buracos em três meses, mas agora quer tapar a boca daqueles que criticam sua péssima gestão. Maior parte dos que votaram nele está arrependida, quer vê-lo fora da prefeitura e espera que órgãos de fiscalização, Justiça e Câmara tomem providências
Imagens fortes e que circulam nas redes sociais mostram um cidadão com o rosto todo ensanguentado após ter sido covardemente agredido supostamente por cupinchas do prefeito Aurélio Goiano. Os registros revelam a truculência e a falta de lei e de ordem em Parauapebas. O cidadão, que é chefe de família, empreendedor e multiplicador de trabalho e renda no município, manifestava contra a buraqueira que o prefeito mais mentiroso da história prometeu tapar em três meses.
Se confirmadas as acusações que circulam nas redes sociais, Parauapebas deve entrar para as estatísticas de criminalidade institucional pelo simples direito de manifestar e se rebelar contra uma gestão incompetente e fadada ao fracasso desde sua origem. É mais um ranking negativo para a coletânea do município, que, desde 2025, se tornou o mais letal do Pará para mulheres internadas em estabelecimentos públicos, de acordo com o Ministério da Saúde.
Em meio às confusões e às mazelas que sua administração vai deixando, o prefeito Aurélio Goiano tenta calar opositores, cidadãos de bem e imprensa livre com ações judiciais, todas natimortas pela sensatez dos magistrados. Aurélio foi o primeiro prefeito paraense de 2025 fichado na polícia após agredir um repórter na COP30, em Belém, levando Parauapebas a passar vergonha em nível internacional.
O autoproclamado “Doido” tem atraído para si a repulsa diária e contínua de dezenas de milhares de eleitores, entre os 92 mil que lhe deram voto, a maior parte dos quais se diz arrependida de tê-lo colocado no poder. E, agora, todos têm de pagar o pato e engolir os desmandos, que, pelo visto, deixaram de ser apenas administrativo e moral e passaram a ser coercitivos e físicos.





