Portal Notícias de Parauapebas já tinha cantado a pedra: Luiz Veloso, um amador em gestão pública colocado à frente de tão importante serviço, não duraria no cargo. Ele é mais uma vítima das mentiras e das patifarias da fracassada gestão de Aurélio Goiano, que consumiu exatos R$ 670 milhões na Semsa de 1º de janeiro de 2025 até a presente data, mas só conseguiu entregar muitas mortes e polêmicas, na maior crise de saúde pública de Parauapebas desde a pandemia de Covid-19
Ele caiu. Luiz Veloso, que estava à frente da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) após a queda do igualmente incompetente Marcos Vinícius no ano passado, não deu conta de se segurar no cargo e foi despachado nesta segunda-feira (23) pelo prefeito Aurélio Goiano, que se autoproclama “Doido”.
Após a Semsa derreter R$ 670 milhões em recursos públicos desde 1º de janeiro do ano passado sem mostrar resultados práticos, Veloso tombou por desgaste, uma vez que ultimamente vinha “apanhando igual mala velha” de vereadores, inclusive — e aliás — da base governista.
O motivo das lapadas foi a crise na saúde pública, notadamente no Hospital Geral de Parauapebas (HGP), atualmente sob gestão terceirizada da organização social Aselc. Desde que os “furacões” Marcos Vinícius e Veloso passaram pela Semsa, Parauapebas bateu recorde de óbitos de pessoas internadas nos estabelecimentos de saúde da rede municipal. Os dados oficiais do Ministério da Saúde mostram um cenário assustador.
Em meio ao caos e à total inércia e inapetência do prefeito Aurélio Goiano, Veloso — outrora vendido pelo “rei” como “a salvação da lavoura” — acabou lançado às feras e chegou a participar, com muito constrangimento, de vídeos teatrais do “Doido” distribuindo medicamentos. O efeito de tentar tapar o sol com a peneira, como era de esperar, foi terrível, e a população “caiu matando”.
Veloso se vai, e com ele o inexplicável sumiço de R$ 565,93 milhões gastos pela Semsa em 2025 e R$ 104,42 milhões devorados pela pasta nestes menos de três meses completos de 2026.
Agora, a população de Parauapebas anseia que outros secretários tenham o mesmo destino: sejam eliminados do “Big nada Brother” que se tornou a gestão de Aurélio Goiano. A esperança é que tomem o mesmo rumo, o mais rápido possível, os também incompetentes secretários de Obras (Roginaldo Rebouças), Educação (Maura Paulino), Urbanismo (Herlon Soares), Administração (Joelma Leite) e Fazenda (Glauton de Sousa).
Mexendo nessas “peças” do seu trágico quebra-cabeças, quem sabe a esperança por uma Parauapebas melhor não comece a raiar. A esperança da população — que nada mais espera do governo de Aurélio Goiano — é a última que morre.