Incompetente secretariado de Aurélio Goiano tem usado recursos cada vez mais escassos em contratações diretas, ditas “emergenciais”, para dispensar licitação. O que deveria ser exceção se tornou regra, ao arrepio da lei. Nessa lambança, empresários forasteiros embolsam milhões, enquanto comerciantes do município passam dificuldades e a população local passa até fome.
É séria, crítica e gravíssima a situação de Parauapebas nas garras do prefeito Aurélio Goiano e sua depreciada equipe técnica. A nova bomba é a queda drástica no recolhimento dos royalties de mineração, que por quase duas décadas foram a maior fonte de “renda” da “judiada” Capital do Minério.
Um levantamento realizado nesta quarta-feira (1º) pelo portal Notícias de Parauapebas em dados públicos da Agência Nacional de Mineração (ANM) revela que, este mês, a Prefeitura de Parauapebas vai receber da chamada Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem) apenas R$ 33,898 milhões. É o segundo pior abril dos últimos sete anos — o pior foi no ano passado, quando, no mês correspondente, recebeu apenas R$ 31,653 milhões.
Enquanto isso, a Prefeitura de Canaã dos Carajás vai sorrir às paredes, com R$ 76,596 milhões em royalties de mineração. Já a Prefeitura de Marabá embolsará R$ 20,973 milhões, e a de Curionópolis, R$ 5,77 milhões. Nesses municípios, os valores surpreendem este mês, já que não são elevados para abril, mês em que, devido às chuvas do rigoroso inverno amazônico, a produção mineral cai drasticamente.
Parauapebas com Aurélio: só ladeira abaixo
Depois que Aurélio Goiano assumiu a Prefeitura de Parauapebas, o município entrou em franca regressão econômica e financeira, muito devido a medidas administrativas e de gestão equivocadas.
A arrecadação cai, mas as despesas seguem avançando, escoradas em contratações de pessoal e nas dispensas de licitação, que viraram regra na administração do “Doido”, já que sua incompetente equipe dita técnica não dá conta de organizar um processo licitatório sequer que não vá parar na justiça.
Parauapebas — quem diria — entrou em estado de degradação econômica, financeira, contábil, política, administrativa e moral. E tudo ao mesmo tempo.
ARRECADAÇÃO DE ROYALTIES EM ABRIL
Canaã dos Carajás — R$ 76.596.507,67
Parauapebas — R$ 33.897.851,16
Marabá — R$ 20.973.068,00
Curionópolis — R$ 5.770.658,46
Paragominas — R$ 3.615.336,84
Itaituba — R$ 2.851.978,23
Juruti — R$ 1.989.575,66
Terra Santa — R$ 1.634.437,19