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Com Aurélio Goiano, Parauapebas é o município que mais perdeu dinheiro no Brasil no 1º bi

País tem 178 prefeituras bilionárias, mas só a de Parauapebas deu para trás em comparação com o ano anterior. Receita do Pará cresceu, de Curionópolis subiu, de Canaã prosperou e de Marabá deu salto olímpico carpado, sendo o maior crescimento do Brasil. E não, em Parauapebas a culpa não é do ICMS ou da Cfem, mas sim do prefeito e de sua fracassada “equipe técnica”, os quais estão contratando a rodo sem licitação e entregando milhões de reais via PIX para empresários forasteiros

Só ladeira abaixo. Depois que Aurélio Goiano, autoproclamado “Doido”, assumiu a Prefeitura de Parauapebas, trazendo a tiracolo um lesivo secretariado que ele insiste em dizer que é “equipe técnica”, a Capital do Minério entrou numa marcha retumbante rumo ao fracasso. Parauapebas nunca antes tinha perdido tanta receita como de 1º de janeiro de 2025 para cá.

E o próprio governo do Doido é quem atesta isso, por meio da entrega dos relatórios contábeis e financeiros aos órgãos de controle externo. Anteontem (30), Glauton de Sousa, secretário de Fazenda, enviou as contas consolidadas dos primeiros dois meses deste ano ao Tesouro Nacional, e o resultado é de retrocesso. Glauton, que é conhecido como “o homem da caneta”, nada entende de gestão pública, mas se especializou em torrar o dinheiro da prefeitura sem licitação. É um dos maiores responsáveis pelo caos administrativo, político, financeiro e moral que se abate sobre a Capital do Minério atualmente.

Os dados reportados pela Prefeitura de Parauapebas revelam que o município é, entre os de arrecadação bilionária, o que mais perde receita no país. A prefeitura local, que já chegou a ser a 40ª de maior arrecadação no ranking nacional, perdeu 18 posições depois que Aurélio Goiano assumiu a gestão.

Nos primeiros dois meses de 2026, a Prefeitura de Parauapebas arrecadou R$ 424,27 milhões, 2% a menos que no mesmo período do ano passado e 8,7% abaixo dos primeiros dois meses de 2024. Por outro lado, a farra com dinheiro público rola solta: o governo de Aurélio Goiano torra milhões de reais por meio de compras diretas e contratações emergenciais sem licitação, transferindo recursos do município via PIX a empresas forasteiras e deixando o comércio e a população na pindaíba. 

Gestão de contrastes e mazelas

Empresários forasteiros — de Belém, Ananindeua, Marabá e até de São Paulo, Goiás, Tocantins e Maranhão — enriquecem enquanto comerciantes da Rua 14, da Rua do Comércio e da Avenida dos Ipês estão em queda livre no movimento. Nas periferias dos complexos Tropical, Cidade Jardim, Nova Carajás e VS-10, além de conviverem com a infraestrutura precária, 133 mil cidadãos estão vulneráveis à fome e 53 mil deles certamente não terão uma, duas ou três refeições hoje, o maior número de extremamente pobres da história do município.

Com Aurélio Goiano, Parauapebas destoa da vizinhança. A 70 quilômetros de onde o “Doido” trabalha para aterrar a cidade a “cem metros de fundura”, Josemira Gadelha, a prefeita modelo, vê Canaã dos Carajás deslanchar. A Terra Prometia arrecadou R$ 361,76 milhões nos primeiros dois meses deste ano, o correspondente a 7,9% acima do mesmo período de 2025 e 14,1% a mais em relação a 2024.

A 170 quilômetros, Toni Cunha trabalha e vê Marabá bater recorde de receita. Hoje, Marabá é o município bilionário brasileiro que mais aumenta a receita, de acordo com dados do Tesouro Nacional. Foram R$ 336,65 milhões em arrecadação líquida no primeiro bimestre de 2026, que representam 14,6% acima dos R$ 293,68 milhões dos dois primeiros meses de 2025 e incríveis 28,5% sobre os R$ 261,99 milhões do primeiro bimestre de 2024.

Enquanto Josemira e Toni representam trabalho e construção em seus municípios, com administrações equilibradas e prósperas, a gestão de Aurélio ilustra a desordem e o caos, com bagaceira para todo lado e vereadores subservientes, que aplaudem o sepultamento lento e agonizante de um pobre município rico. 

Mas, entre tantas mentiras e derrotas até chegar a este fatídico 1º de abril, Aurélio disse uma verdade em campanha: que era “doido”. E o resultado de tanta loucura está à mostra.