Parauapebas

Saúde, Saaep e Semurb de Aurélio Goiano estouraram orçamento de forma escandalosa

 

Fundo Municipal de Saúde gastou absurdos R$ 133 milhões a mais que orçamento fixado para 2025, enquanto Saaep estourou orçamento em R$ 22,5 milhões. Urbanismo, pasta comandada por forasteiro, torrou R$ 20,5 milhões acima do previsto. A continuar desse jeito, “Doido” e trupe dele vão levar Parauapebas inteira a ser enterrada “a cem metros de fundura”. Confira detalhes

A custosa gestão do prefeito Aurélio Goiano e sua desnorteada equipe técnica fez um estrago daqueles em Parauapebas no ano passado. Dados do Portal da Transparência revelam que as pastas com os maiores orçamentos fecharam o ano estourando dinheiro público muito além do que fora inicialmente fixado na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025. A situação é caótica.

O Fundo Municipal de Saúde (FMS), unidade orçamentária vinculada à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), foi o campeão da tragédia anunciada. A pasta comandada por Luiz Veloso, que nada entende de gestão pública, gastou R$ 133,44 milhões acima dos R$ 432,13 milhões inicialmente previstos.

O fundo devorou R$ 565,57 milhões, valor superior à arrecadação de 85% das prefeituras brasileiras. Mas não há em Parauapebas quem ache a saúde pública uma maravilha, pelo contrário. E olha que a Capital do Minério possui 115 mil habitantes cobertos por algum plano de saúde. Se estes cidadãos fossem depender do Sistema Único de Saúde (SUS) com selo do autodenominado “Doido”, estariam literalmente rodados.

Nem Marabá gastou tanto: R$ 388,67 milhões investidos na gestão de Toni Cunha em saúde pública. Vale lembrar que Marabá atende muito mais pacientes na rede pública, inclusive oriundos de Parauapebas, e possui apenas 30 mil beneficiários de planos de saúde. E nem dá para comparar a gestão de Marabá, focada em serviços de qualidade e com pés no chão, com a patifaria protagonizada por Aurélio Goiano e sua náufraga equipe técnica.

Saaep e Semurb: mais de R$ 20 milhões

A segunda “bucha” no governo desgovernado de Aurélio Goiano foi o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Parauapebas (Saaep), que consumiu R$ 22,51 milhões sob direção de Erikson Nunes. O montante está acima dos R$ 80 milhões inicialmente previstos. O prefeito e Erikson, seu assistente de mandados, juram que levaram água a 14 bairros, mas basta Aurélio Goiano contar “potocas” em rede social que a população o desmente, alegando falta d’água em diversos logradouros.

Outra que também estourou orçamento de forma injustificada foi a Secretaria Municipal de Urbanismo (Semurb), comandada pelo forasteiro Herlon Soares. A pasta fechou o ano tendo torrado R$ 20,57 milhões a mais em relação aos R$ 90 milhões originalmente previstos. É a mais clara demonstração do resultado de colocar aventureiros e incompetentes para gerir um município do porte de Parauapebas.

Muitas dispensas de licitação milionárias foram feitas, o dinheiro sumiu, a cidade não ficou limpa e asseada, alguns empresários forasteiros deixaram as estatísticas de falência à custa dos recursos do município e a população continua na pior, pagando o pato.

O portal Notícias de Parauapebas vai revelar nos próximos dias novas unidades orçamentárias que “quebraram a banca”, tendo gastado exponencialmente acima do previsto no orçamento, sem qualquer resultado prático para o cidadão parauapebense.