Parauapebas

Assistência Social do ‘Doido’ torra R$ 66 milhões e ‘financia’ disparada da pobreza

Em 2025, Fundo gerido pela Semas devorou quase R$ 10 milhões acima do previsto na LOA, enquanto Semob gastou R$ 7,6 milhões a mais. Na doidice de “reconstrução” pra boi dormir da gestão de Aurélio Goiano, pastas de maior envergadura funcionaram como antros de mutretas

Não teve um “santo” para Parauapebas chamar de seu no trágico primeiro ano de governo de Aurélio Goiano. A vislumbrada e insana “equipe técnica” gastou adoidado, e praticamente todas as pastas de grande envergadura sucumbiram à incompetência de seus ordenadores de despesas.

Que o diga o Fundo Municipal de Assistência Social (FMAS), sob a batuta de Neil Armstrong. Com R$ 9,97 milhões devorados acima dos R$ 56,62 milhões previstos para esse fundo, Neil bancou R$ 66,59 milhões em gastos sem qualquer resultado concreto de combate à pobreza e às graves desigualdades que acometem os menos favorecidos no pobre rico município de Parauapebas. Sua gestão é marcada por escândalos.

Atualmente, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, a Capital do Minério tem 132 mil pessoas inscritas no Cadastro Único, sendo que 94 mil delas estão completamente vulneráveis à fome porque são pessoas de baixa renda ou em situação de extrema pobreza. Essas estatísticas sensíveis pioraram de maneira drástica com Neil Armstrong e Aurélio Goiano governando como se vivessem no mundo da lua.