Política

Loucuras de amor: ‘Doido’ presenteou esposa com Semmu e estrago foi de R$ 12 mi

 

Secretaria da Mulher, comandada por Beatriz, não deu frutos em 2025, mas gastou adoidado com dispensas de licitação e torrou R$ 4 milhões acima do orçamento previsto. Enquanto isso, na Sefaz, Glauton, cupincha do prefeito e um dos articuladores das tramoias, devorou quase R$ 97 milhões, sem mostrar qualquer resultado a Parauapebas, a não ser beneficiar forasteiros

Os desgastados secretários que Aurélio Goiano insiste em chamar de “equipe técnica” fizeram feio nas devassadas secretarias da Mulher (Semmu) e Fazenda (Sefaz), comandadas por Beatriz Silva e Glauton de Sousa, respectivamente mulher e cupincha dos rolos do prefeito.

Na Semmu, a primeira-dama gastou R$ 12,23 milhões, nisso inclusas muitas dispensas de licitação. O valor, contudo, é R$ 4,07 milhões mais caro que o orçamento estimado para a unidade orçamentária da secretaria, que teve previstos inicialmente R$ 8,16 milhões.

Já Glauton, intimamente chamado de “Glautin”, que deveria dar exemplo de gastos públicos e controlar os demais secretários, achou pouco ter R$ 94,75 milhões de orçamento e gastou R$ 96,6 milhões, pagando R$ 1,3 milhões acima do que estava fixado na Lei Orçamentária Anual.

Tanto Beatriz quanto Glauton não deram frutos a Parauapebas a não ser torrar dinheiro público com dispensas de licitação recheadas de suspeitas. Glauton — sem qualquer expertise em gestão pública, mas atualmente se achando todo-poderoso — ainda foi além ao capitanear a maior exportação de recursos públicos a forasteiros que Parauapebas já viu.

Cultura e Segurança

O destempero que tomou conta da administração de Parauapebas também se alastrou pelas secretarias de Cultura (Secult), que pagou R$ 2,17 milhões acima do previsto sem qualquer relevância social, e Segurança Institucional (Semsi), que torrou R$ 1,54 milhão, tendo servido para acoitar e escoltar os puxa-saco de Aurélio Goiano em atividades de desinformação e escárnio contra vereadores de oposição à gestão atual.

Se a infecção da atual “equipe técnica” de Aurélio Goiano para gastos públicos não for repelida de forma enérgica com antídotos dos órgãos de controle e fiscalização, é certo que, em pouco tempo, a Prefeitura de Parauapebas vai ter sérias dificuldades financeiras para honrar compromissos básicos, e a população mais carente, que depende de serviços essenciais, vai padecer. Aurélio e seu indecoroso staff fizeram em um ano no orçamento o estrago que o criticado ex-prefeito Darci Lermen não conseguiu fazer em 16.