Estatísticas da balança comercial mostram queda de 12% em relação ao último mês da gestão do ex-prefeito Darci. Parauapebas só tinha visto um dezembro igualmente ruim em 2015, no auge do governo de Valmir, que virou aliado do “Doido” nas eleições de 2024. Aurélio e sua cambalacheira equipe técnica estão realizando com sucesso missão de enterrar Parauapebas.
As mentiras, o falatório descontrolado e a língua grande do autoproclamado “Doido” têm custado caro ao município de Parauapebas, com reflexos para a economia e a população local. Em dezembro, Parauapebas exportou apenas 450,54 milhões de dólares, o pior resultado da balança comercial local em dez anos.
E isso significa que 2026 será um ano difícil para as finanças da Capital do Minério, uma vez que a balança comercial de Parauapebas se sustenta em commodities minerais, as quais, por seu turno, geram os famosos royalties — que Aurélio Goiano e sua “pirenta” equipe técnica têm usado para distribuir a forasteiros e fazer pagamentos proibidos por lei.
A balança comercial de dezembro de 2025, com Parauapebas comandada por Aurélio Goiano, despencou absurdos 12% em relação a dezembro de 2024, último mês em que Darci Lermen esteve na chefia do município e registrou 512,4 milhões de dólares. A última vez em que a balança da Capital do Minério esteve tão ruim foi em 2015, no auge do conturbado governo de Valmir da Integral, quando as exportações totalizaram 346,41 milhões de dólares.
Valmir, não é demais lembrar, foi cabo eleitoral de Aurélio Goiano nas eleições de 2024, mas o ex-prefeito nunca mais ganhou eleição sequer para presidente de bairro.
‘Doido’ atacou a Vale
As falas ignorantes, desprovidas de sentido técnico e de qualquer polidez de Aurélio Goiano disparadas contra a mineradora multinacional Vale podem, a primeiro momento, parecer “engraçadinhas”, mas trazem consigo muito prejuízo e risco à economia de Parauapebas, que agora perde até para Marabá (500,62 milhões de dólares) em exportações.
A Vale é o maior sustentáculo do município e sem sua existência a Capital do Minério não teria se tornado a potência que é e muito provavelmente o próprio Aurélio Goiano não teria desembarcado aqui, praticamente fugido de sua terra natal, onde perdeu mandato como vereador por quebra de decoro.
A empresa é a maior empregadora privada do Pará e só em Parauapebas movimenta cerca de R$ 1 bilhão por ano em salários e bonificações. A multinacional está desacelerando sua produção em Parauapebas para aumentar o passo em Canaã dos Carajás, que já é o maior produtor de minérios do país — e Parauapebas não poderá mais alcançá-lo. A questão é que impropérios e escárnios destilados pelo gestor local podem impulsionar o desinvestimento da mineradora de forma mais acentuada, o que levaria a consequências drásticas.
Os royalties que serão pagos nos próximos meses vão cair para abaixo do mesmo período registrado em 2025, e se o prefeito Aurélio Goiano não parar de atacar a Vale, soltar fake news e abobrinhas, a coisa pode ficar pior. Sem a bonança dos royalties, como o autodenominado “Doido” sustentará os rolos firmados com as trupes de forasteiros?
Ele e sua maquiavélica equipe técnica já fizeram estrago no ano passado, quase quebrando o comércio e o setor de serviços, e poderão seguir enterrando a “cem metros de fundura” a cidade com cada vez menos recursos para gerir, ainda assim exportando milhões a rumo incerto e não sabido.
No frigir dos ovos, a população local é quem está carregando esse fardo pesado “conquistado” em outubro de 2024 e que parece cenário apocalíptico do qual milhares de arrependidos já querem se salvar — e se livrar.





