Parauapebas

Em Parauapebas, mesa de Glauton tem R$ 5,5 milhões em notas fiscais aguardando PIX

Empório A & C, uma das amiguinhas do incompetente — mas espertalhão — “primeiro-ministro”, está embolsando R$ 4 milhões dos cofres públicos no governo do “Doido”, enquanto a empreiteira Safar está no aguardo da “bênção” de cerca de R$ 1,1 milhão por supostos serviços executados no âmbito do saneamento ambiental. Entretanto, serviços básicos pioraram drasticamente na administração de Aurélio Goiano e Glauton. Os dois querem mesmo enterrar Parauapebas “em cem metros de fundura”

Considerado um dos maiores operadores de esquemas dentro da Prefeitura de Parauapebas até mesmo entre os puxa-saco de Aurélio Goiano, Glauton de Sousa é o homem que literalmente senta em cima do dinheiro da Capital do Minério, na condição de um quase “primeiro-ministro” — até mais que o próprio tirano prefeito.

Sem formação ou qualquer habilidade em gestão de recursos públicos, o atual titular da Secretaria Municipal de Fazenda (Sefaz) tem ajudado a promover um dos maiores desmontes financeiros que Parauapebas já viu, tendo liderado um movimento governamental no ano passado que “expulsou” mais de R$ 600 milhões dos cofres públicos da Capital do Minério diretamente à conta de forasteiros.

A maior parte dos empresários de fora recebeu por contratações ou compras diretas escoradas em um absurdo decreto de emergência, que vigorou durante todo o ano de 2025 e foi fabricado pela incompetente e inconsequente gestão de Aurélio Goiano, que tem Glauton como figura central na concepção dos cambalachos.

Agora no início de 2026, o chefe da Sefaz continua a aprontar. Neste momento, estão sobre a mesa dele, para pagamento, três notas fiscais decorrentes de contratações que dispensam ou inexigem licitação. As notas somam aproximadamente R$ 5,5 milhões pelos seguintes serviços prestados:

  • R$ 4.009.667,37 à empreiteira Empório A & C, também por segunda medição de serviços executados em estradas da zona rural (nota fruto de dispensa de licitação endossada pela Secretaria de Obras)
  • R$ 325.000,00, à empresa do cantor Henry Freitas, como metade do pagamento por show no carnaval (nota fruto de inexigibilidade de licitação endossada pela Secretaria de Cultura)
  • R$ 1.116.735,22 à empreiteira Safar Engenharia, serviços de infraestrutura no âmbito do saneamento ambiental (nota fruto de dispensa de licitação endossada pelo Programa de Saneamento Ambiental de Parauapebas)

População espera desfecho urgente

O ano de 2026 mal começou, e a gestão do autointitulado “Doido” já deu R$ 6,66 milhões à empresa Empório. A nota fiscal de R$ 4 milhões, acima descrita, foi liquidada no último dia 24 e, no apagar das luzes do mesmo dia, foi paga. Foi o maior corre-corre para que a empreiteira pudesse passar “de boa” — com o bolso cheio — o “feriado” decretado pelo “imperador” para o carnaval fora de época da Capital do Minério.

O xaveco da Empório com Glauton e Aurélio Goiano, aliás, ainda vai rolar por 2026, já que a megadispensa de licitação feita pela Semob para beneficiar a empreiteira é de R$ 29.534.007,64, o que daria para fazer das vicinais de Parauapebas verdadeiros monumentos de infraestrutura e arte para Paris alguma botar defeito. Mas não é isso o que se verá na zona rural, onde as vias de circulação estão atualmente deterioradas e em estado pior que na criticada gestão anterior.

  1. Para Glauton e as empresas escolhidas a dedo — e sem licitação — para fazer parte das mutretas do governo de Aurélio Goiano, o que passou (em 2025), passou. Resta formular novos conchavos, apresentar novas medições e embolsar novos pagamentos, enquanto a população, se quiser, tem de contentar-se em assistir aos rolos sob o nariz e ter esperanças de que toda essa a patifaria chegará ao fim o quanto antes.