Responsáveis por desgraça de Parauapebas nos tempos de Darci estariam dando mentoria a secretário de Fazenda da trágica gestão de Aurélio Goiano, amoitados em contrato de precária assessoria contábil que ficou cerca de R$ 200 mil mais caro, enquanto Parauapebas padece com o básico nas áreas de educação, saúde, infraestrutura e cidadania. Está explicado o caos!
Quem pensa que o lamentável governo de Darci Lermen acabou em 31 de dezembro de 2024 está muito enganado. A gestão do ex-prefeito ainda revive em chama intensamente acesa nas incompetentes “viúvas” que foram adotadas com carinho e aconchego pelo desastroso governo de Aurélio Goiano.
E muitas dessas viúvas vivem na sombra da escuridão, degustando das benesses concedidas pelo autoproclamado “Doido” e por seu secretário de Fazenda, Glauton de Sousa.
O contrato da fajuta assessoria contábil L de Leão que o diga. Com, ao que parece, notório saber em orientar ilegalidades e comprovada incompetência técnica, a consultoria embolsou mole-mole R$ 3,9 milhões ano passado pela suposta “prestação de serviços de assessoria contábil especializada, visando garantir a conformidade contábil e financeira”. Porém, o que se viu foi um festival de irregularidades patrocinado pela gestão de Aurélio e sua criticadíssima equipe técnica.
Crias de Darci dão as cartas nos bastidores
Sob o olhar da consultoria contratada por direcionamento contratual, Aurélio Goiano e Glauton entregaram de mãos beijadas mais de R$ 600 milhões a forasteiros, pagaram R$ 53 milhões da folha com recursos dos royalties de mineração, inflacionaram a despesa com pessoal, pintaram e bordaram com um decreto de emergência fabricada para empurrar dispensas de licitação milionárias e até abrigaram funcionários fantasmas.
Nos próximos dias, o portal Notícias de Parauapebas vai revelar quem está “mamando” no contrato da L de Leão, alvo de denúncia protocolada pela vereadora Maquivalda Barros (PDT) no Ministério Público em 2025 e que segue sendo investigado pelo órgão, embora o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), por razões curiosíssimas, não tenha achado uma vírgula de irregularidade sequer no que a vereadora Maquivalda chamou de “farsa contratual”.