Parauapebas

Com ‘desgoverno’ Aurélio Goiano, Parauapebas dá para trás e afunda em progresso social

Serviços de segurança, saúde, educação e saneamento oferecidos pela “equipe técnica” daquele que se gaba como “Doido” pioraram de 2025 para 2026 e atualmente colocam a Capital do Minério entre as 1.500 piores cidades para viver no país. Não adianta gestão inventar propagandas para festejar melhorias porque não cola mais: a população não vê e a gastança de R$ 3,4 bilhões até o momento confirma que recursos públicos torrados sem pudor não foram traduzidos em desenvolvimento social

Ela está conseguindo com sucesso e louvor. A fracassada “equipe técnica” do que a população de Parauapebas chama nas ruas de “desgoverno” está fazendo a pobre rica Capital do Minério dar para trás em todos os indicadores possíveis e imagináveis. O caso é sério.

Aurélio Goiano e secretários incompetentes como Joelma Leite (Administração), Roginaldo Rebouças (Obras), Herlon Soares (Urbanismo) e Maura Paulino (Educação) são as “estrelas” — entre outros que já pularam do barco — que contribuíram para levar o município a perder posições no ranking do Índice de Progresso Social (IPS) 2026, elaborado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Em escala de pontuação que compila diversos indicadores socioeconômicos e ambientais e que vai de 0 a 100, Parauapebas tirou “nota” 58,04 em 2026, despencando para a 13ª colocação entre os 144 municípios paraenses. É a pior posição da Capital do Minério desde que o IPS passou a ser divulgado. Em 2025, a nota foi 56,32, mas Parauapebas estava na 9ª colocação. A nota até subiu de um ano para outro, mas o crescimento foi tão pífio que o município ficou para trás em relação às demais localidades paraenses.

Considerando os 12 grandes eixos de indicadores abrangidos pelo ranking do IPS, em ao menos três — segurança pessoal, cuidados médicos básicos e inclusão social — o progresso de Parauapebas é crítico, colocando lamentavelmente a rica Capital do Minério entre as 1.200 piores cidades do país para viver. Nos quesitos saneamento básico, educação pública, moradia, liberdades individuais e meio ambiente, Parauapebas também desfila entre os 1.500 piores municípios brasileiros. O cenário é vexatório.

R$ 3,4 bilhões sumiram do mapa

Em outros tempos, Parauapebas desfilava no topo dos ranqueamentos nacionais por ostentar produção de riqueza elevada, e até isso atualmente ruiu. Com as medidas políticas e administrativas equivocadas e “sem futuro” de Aurélio Goiano, a Capital do Minério parece ter sido enterrada “a cem metros de fundura” tanto no tocante ao desenvolvimento local quanto na gestão de recursos públicos.

Desde que assumiu a Prefeitura de Parauapebas, o autodenominado “Doido” já consumiu exatos R$ 3,4 bilhões até esta segunda-feira (25). Foram R$ 2,483 bilhões em dinheiro vivo em 2025 e R$ 917 milhões este ano, por enquanto. Mas a população de Parauapebas não consegue visualizar como essas toneladas de bilhões de reais chegam à vida prática. Pelo contrário, os cidadãos locais, das crianças aos idosos, estão sendo prejudicados por buracos nas vias urbanas, por atendimento de saúde precário e por educação que se encontra em franca regressão na educação infantil.

Bate desespero no ‘desgoverno’

Como medida desesperada para respaldar as insanidades administrativas em uma gestão perdida desde a origem e que padece de competência, o governo de Aurélio Goiano agora parte para o plano sinistro de taxar a população e cortar benefícios de servidores públicos, após ele mesmo, o prefeito, inchar a máquina pública. 

Por sorte, a população conta com o Ministério Público, que tem aberto dezenas de procedimentos e frentes de investigação para tentar conter a sanha de gastos na prefeitura. A expectativa da sociedade é de que vereadores da base aliada do “Doido” na Câmara também acordem do “feitiço” dos conchavos e ajudem a moralizar Parauapebas, tirando o município das amarras da improbidade e malversação e encurtando o tresloucado filme de terror que está em curso.